QUE CRENÇAS TE LIMITAM A VIVER COM SAÚDE?

Você sabe de onde vem cada doença que contraímos?

Acha que simplesmente é hereditário?

Acredita que pode ter sido proveniente de uma má alimentação? É a genética da família? Ou ainda acha que  acontece por acaso?

Porque uns tem problemas tão diferentes de outros na mesma família?

Porque umas pessoas são tão saudáveis em relação a outras?

Você já percebeu, que estes sintomas tem períodos de melhora e de piora?

Você tem alguma questão que te persegue ao longo dos últimos anos?

Você acha que a doença quer dizer algo para você?

Você já percebeu seus comportamentos e sentimentos quando este sintoma aparece?

Você acredita que este sintoma ou a doença te acompanhará até quando?

Já ouviu alguma destas frases?  Acredita em alguma delas?

  • Depois dos 40, a vista só piora.
  • Todos na minha família sofrem de “úlcera”.
  • Depois dos 60 anos a gente sempre acorda com uma dor.
  • A saúde não é para mim.
  • Estou muito velha para “isto”.

Você já postou algo parecido? Se sim, você está alimentando a sua mente e a de outros que te rodeiam.

Nós somos o que acreditamos. Nosso futuro é o que pensamos hoje.

Você acredita que seus sintomas ou doenças se apresentarão como este gráfico da capa?

Em que você quer acreditar?

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR SOBRE SOMATIZAÇÃO?

Existe uma definição que é a seguinte: O termo somatização foi criado em 1943 por Stekel para definir um “distúrbio corporal que surge como expressão de uma neurose profundamente assentada, uma doença do inconsciente”. Diversas doenças clínicas, muitas vezes com etiologia clara ou conhecida apenas em parte, têm sido estudadas no que concerne à influência de fatores psicológicos como estresse, ansiedade, estado de humor, traços de personalidade e de comportamento na gênese ou exacerbação dos seus sintomas.

Todos os nossos registros internos estão no nosso inconsciente e é a base da nossa personalidade, formada principalmente pelas nossas vivências nas primeiras fases da vida. A maioria das pessoas não tem uma lembrança clara destas experiências. Existe uma proteção interior que faz com que esqueçamos principalmente daquilo que nos causou alguma dor. Porém elas estão instaladas, fazem parte de nós e a tradução se faz pelo contato com nossas sensações diante das situações da vida.

As nossas crenças nem sempre estão claras para nós, se disfarçam, mas são elas que nos fazem tomar algumas atitudes que nem sempre estão de acordo com o nosso objetivo, podendo existir uma auto-sabotagem. Existe algo internamente que pode atrapalhar atingir aquele objetivo traçado e não conseguimos conquistar os nossos desejos.

Segundo Robert Dilts, os sistemas de crenças são a grande moldura de qualquer trabalho de mudança. No momento que as pessoas estão vivas  e podem assimilar as informações, é possível ensiná-las a soletrar. No entanto, se elas acreditarem que não podem fazer uma coisa, vão descobrir uma maneira de evitar que a mudança ocorra.

Quais são seus sintomas?

Eles são recorrentes, frequentes, esporádicos?

Você já percebeu em que situações eles ocorrem?

 

Tenho um breve exemplo para dar, ele poderia ser o início de uma nova doença:

Um certo dia fui fazer minha limpeza energética em uma cachoeira, porém 2 dias depois meu ouvido ainda estava entupido e começando a me incomodar, pinguei álcool, fui ao pronto socorro por 2 vezes, pinguei um remédio recomendado e eu simplesmente  fiquei surda por um mês até que consegui pelo SUS uma lavagem para que aquela borra saísse.

À princípio, todos acreditam que este foi um fato isolado, o acaso. Mas posso confirmar que isto foi um teclinha que eu mesma digitei devido a uma ordem que eu acionei internamente.  Em um estado meditativo, esta informação apareceu para mim: 2 meses antes do fato ocorrido, eu estava passando por uma situação nova com dificuldades de relacionamento, e eu comecei a dizer para mim, o seguinte: “Chega, NÃO QUERO MAIS OUVIR brigas, reclamações, gritos, não quero mais.”

Nós somos o que pensamos e falamos e isto se retrata no nosso corpo. Depois que compreendi que esta era a mudança interna que eu precisava ter, isto é, saber me relacionar mesmo com aqueles que não tinham um comportamento respeitoso para comigo, não tive mais este sintoma. Porém a minha mudança foi interna e aquela pessoa que me incomodava entre outras, que não mudaram, não fazem mais diferença no meu bem estar. Eu entendi o recado e mudei. E você se incomoda com algo ou com alguém? Faça sua auto avaliação.

O que você pensa e fala para o mundo

 é o que você é.